Categoria: Mp3
03/10/2008 GMT -4
50 ÁLBUNS DOS ANOS 70 (Discotheque)
Os álbuns abaixo são todos dos anos 70, prevalecendo o estilo discotheque. Cabe esclarecer que baixamos este material através de links enviados por usuários da comunidade de discografias (módulo anos 70) do orkut, porém tivemos que revisar praticamente tudo, pois as músicas estavam sem tags, com volume absurdamente desigual, sem numeração, etc., porém o produto final até que ficou muito bom. Agradecimentos aos uploaders originais.
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02/10/2008 GMT -4
28 COLETÂNEAS DE NOVELAS
BONEY M - Discografia
Gênero: R&B
Estilo: Disco, Euro-Dance, Holiday
ÁLBUNS DISPONÍVEIS
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1976 - Take The Heat Off Me |
1977 - Love For Sale |
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1978 - Nightfligts To Venus |
1979 - Oceans Of Fantasy |
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1981 - Boonoonoonoos |
1984 - Kalimba De Luna |
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1984 - Ten Thousands Lightyears |
1985 - Eye Dance |
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1998 - Christmas Party |
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Papagaio disco Club - 4 Volumes
VAN HALEN - Discografia

A família Van Halen era uma família de músicos. O pai de Edward e Alex tocava clarinete, e os dois aprenderam a tocar piano (clássico) desde cedo. Mais tarde, resolveram trocar o instrumento por uma guitarra e uma bateria. O curioso é que Eddie tocava bateria e Alex, guitarra! Com o tempo, Alex se interessou pela bateria e logo estava tocando melhor que o irmão, que decidiu ir tocar a guitarra. Troca maravilhosa se pensarmos nos músicos em que se tornaram. Isso tudo se deu no final dos anos 60 e início dos 70.
Os irmãos faziam covers em algumas bandas, e em 1972 David Lee Roth se mudou para a Califórnia (onde eles moravam). Eddie, que fazia os vocais nas bandas em que tocava na época, chamou David (então na banda The Red Ball Jets) para ser o vocalista e começaram a tocar juntos.
Foi numa noite, enquanto dividiam um show com uma banda chamada Snake, que eles conheceram Michael Anthony (que era o vocalista e baixista). Mike foi convidado a tocar com eles, mais tarde pediram que se juntasse à banda, que se chamava então, Mammoth.
Nessa época, descobriram que havia outra banda nos E.U.A. com esse mesmo nome, foi decido troca-lo. Alguns nomes foram sugeridos mas acabaram decidindo pelo sobrenome dos irmãos Van Halen.
Em 76, quando tocavam num bar em Los Angeles, Gene Simons (Kiss) descobriu-os e decidiu fazer uma demo com a banda (cujo equipamento era todo emprestado!). A demo, que continha a primeira versão de Runnin'with the Devil, que não deu muito certo, não sendo aceita pelas gravadoras. No ano seguinte, um produtor da Warner conheceu a banda (no mesmo bar em que Gene os encontrou) e contratou-os. Em 78 saiu o primeiro álbum: Van Halen.
O sucesso veio não só do público (que adorou a banda) mas também da crítica. A banda lançou mais 5 álbuns nos cinco anos seguintes, mantendo a formação original. No final de 1983 a banda se apresentou aqui no Brasil, para a sorte de quem foi, pois a banda não voltou desde então. Em 85, David decide deixar a banda e seguir carreira solo, para desespero dos fãs.
Foi Frank Zappa quem recomendou um novo vocalista, Sammy Hagar, para o Van Halen. logo no primeiro encontro no estúdio, foi composta Summer Nights, indicando que Sammy seria o substituto perfeito. O álbum seguinte foi 5150, que se tornou o número 1 da parada norte americana, com sucessos como Dreams e Why Can't This Be Love?. Os fãs preocupados podiam agora dormir tranquilos, pois o Van Halen estava com força total.
Mais 4 LP's e muito sucesso, e nova preocupação para os fãs. Sammy diz que foi despedido da banda, apesar de Eddie insistir que Sammy saiu amigavelmente e por vontade própria. Não se sabe ao certo, o fato é que David Lee Roth voltou para gravar duas músicas, Can't Get This Stuff No More e Me Wise Magic, que seriam incluídas no Best Of Vol. 1, de 96, dizem que isso provocou ciúmes em Sammy. Cogitou-se a idéia de uma volta à formação original, o que na verdade, não aconteceu.
Ray Danniels, empresário da banda, sugeriu Gary Cherone (ex- Extreme) para a vaga de vocalista. Foi marcado um encontro no qual a banda aceitou-o de imediato. No início de 1998, saiu Van Halen III que acabou conseguindo ótimas vendas, agradando a maioria dos fãs do grupo. Infelizmente, Cherone não ficou muito tempo no novo emprego, deixando a banda logo após a turnê de divulgação do disco.
Lançado em 2003, o DVD “The Van Halen Story: The Early Years” relembra toda a trajetória da banda. “The Best Of Both Worlds”, chegou às lojas dois anos depois reunindo 33 clássicos de sucesso do grupo, além das inéditas “It’s About Time”, “Learning To See” e o single “Up For Breackfast.
Não se sabe ao certo qual será o futuro do Van Halen. Muitos boatos sobre uma possível volta de David Lee Roth nos vocais são confirmados e desmentidos a todo instante. Em 2005 depois de uma nota publicada pelo baixista Michael Anthony, no site oficial, voltou a se questionar sobre o futuro da banda.
DISCOGRAFIA
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1984 - Big Bad Dave Goes Home |
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1993 - Live - Right Here Right Now |
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ROBERTO CARLOS - Discografia

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A grande paixão de Roberto sempre foi a música. Passava horas ouvindo rádio ou estudando violão e piano. Imitando Bob Nelson - seu primeiro ídolo - dava mostras de talento. A mãe aconselhou-o, então, a cantar “Amor y Más Amor” na rádio local. Cantar aos domingos na rádio era comum e Roberto já impressionava pela afinação e carisma. A guinada ocorreu em 1955, quando passou férias na casa de uma tia, em Niterói, com o objetivo de cantar em programas de rádio.
Aos 15 anos, embalado pelo sucesso de Bill Halley e seus Cometas, apaixonou-se por rock e astros do gênero: Little Richard, Chuck Berry e, principalmente, Elvis Presley. Artistas brasileiros aderiram ao ritmo. “Estúpido Cupido”, sucesso na voz de Celly Campello, dava início ao movimento, que mais tarde ficou conhecido como “Jovem Guarda” e que teve Roberto como símbolo.
Na escola, nos intervalos das aulas, Roberto ia para a sala de música tocar e cantar com amigos. O produtor Chiara Garcia e seu assistente Otávio III convidaram-no, após ouvirem uma performance, para cantar “Tutti Frutti”, no programa “Teletour” da TV Tupi do RJ.
Em 1957, conheceu Tim Maia e formou o conjunto “The Sputinicks”, com Arlênio Lívio, Edson Trindade, José Roberto “China”, Wellington e mais tarde com Erasmo Carlos, que se tornou grande amigo e parceiro. Roberto passou a se apresentar em clubes, festas e programas de TV. Num deles, Carlos Imperial apresentou Roberto como o Elvis Presley brasileiro.
Em 1959, gravou um compacto e, em 1961, o LP “Louco Por Você”. Com Erasmo fez diversas versões e composições de sucesso como: “O Calhambeque” e “É Proibido Fumar”. Em 1965, com Erasmo e com Wanderléa, comandou o programa “Jovem Guarda”. Roberto Carlos passou a ser chamado de “rei” e os três se tornaram ídolos da juventude.
O trio estrelou, nessa época, três filmes nos mesmos moldes dos Beatles: “Roberto Carlos em Ritmo de Aventura”, “Roberto Carlos e o Diamante Cor-de-rosa” e “Roberto Carlos a 300 km por Hora”.
O lado romântico, que acompanha o ídolo até hoje, despontou nos anos 70. Cantando e compondo nesse estilo, Roberto fez inúmeros sucessos: “Detalhes”, “Proposta”, “Emoções” e tantos outros. A religiosidade esteve sempre presente, como nas canções “Jesus Cristo”, “Essa Luz” e “Nossa Senhora”.
Roberto Carlos vendeu milhões de cópias de discos, gravou em inglês, em castelhano e em diversos países, fez milhares de shows pelo mundo e teve diversos artistas regravando suas músicas. Seu fã clube é um dos maiores do planeta.
O CD “Pra Sempre”, gravado em 2004, foi uma pequena amostra do resultado de anos de sucesso na carreira do “rei”, que lotou todos os shows.
O álbum “Roberto Carlos” foi lançado em 2005, e novamente com sucesso. Dessa vez, o repertório foi composto por músicas de outros compositores, entre os gêneros romântico e sertanejo.
Em 2006, o projeto “Duetos” foi lançado em CD e DVD, com belos encontros de Roberto Carlos e grandes nomes da música brasileira. Esse também foi mais um ano de premiação para Roberto, o de Melhor Álbum de Música Romântica (“Roberto Carlos”) no Grammy Latino.
ÁLBUNS DISPONÍVEIS
CHITÃOZINHO e XORORÓ - Discografia
Com mais de 30 milhões de discos vendidos, a dupla virou fenômeno de vendas do estilo sertanejo romântico que invadiu a música brasileira desde meados dos anos 80. Pioneiros na mistura da tradicional música sertaneja com instrumentos elétricos, os irmãos paranaenses começaram a cantar em casa, incentivados pelo pai, também cantor e músico. Logo depois estavam se apresentando em feiras em festas com o nome "Irmãos Lima". No fim dos anos 60 mudaram-se para São Paulo, e participaram com êxito do Show de Calouros do Programa Silvio Santos, no SBT, e em seguida do Cidade Sertaneja, na TV Bandeirantes. Já razoavelmente conhecidos, gravaram o primeiro disco, "Galopeira", em 1970. Por essa época surgiu o nome artístico, que viria estourar em 1979, com o LP "60 Dias Apaixonado", o sexto da dupla. O ano de 1983 marcou o sucesso "Fio de Cabelo" (Marciano/ D. Rossi), música que introduziu definitivamente a temática romântica nas canções da dupla - além de vender mais de 1.500.000 cópias. A partir daí as canções de amor e dor-de-cotovelo passaram a dominar o repertório da música sertaneja. Chitãozinho e Xororó foram elevados à condição de pop stars internacionais, gravando discos para o exterior e se apresentando na América Latina e em Nashville, capital norte-americana da música country.
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JOÃO PAULO e DANIEL, Discografia
BIOGRAFIA
Dupla sertaneja formada em Brotas (SP) no início dos anos 80, conheceram-se como concorrentes em festivais de música. Em 1985 lançaram o primeiro disco, "Amor Sempre Amor", desde então centrado no repertório romântico. O quinto disco, "João Paulo & Daniel", foi o primeiro a obter vendas expressivas, emplacando sucessos como "Só Dá Você na Minha Vida" e "Malícia de Mulher". No final da década de 90, com músicas inseridas em trilhas de novelas, a dupla já estava no time dos grandes vendedores de discos da música sertaneja, obtendo discos de ouro e platina. Com a morte de João Paulo, em 1997, decorrente de um acidente automobilístico, Daniel continuou sua carreira, lançado discos solo em 1998 e 1999, com vendas ainda mais expressivas.
ÁLBUNS DISPONÍVEIS
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